ELOS System

Política de Privacidade do ELOS System

Versão 1.3 · em vigor desde 15 de outubro de 2026

Esta Política explica quais dados pessoais o ELOS System trata, para quê, com quem são compartilhados, por quanto tempo são guardados e como você exerce os seus direitos. Ela vale para o site em que o ELOS System funciona e para cada organização (igreja, convenção ou entidade) que o usa.

O ELOS System é o sistema de gestão usado pela organização em que você está cadastrado. Na igreja e na convenção: cadastro de membros e famílias, estrutura de congregações, ministérios e voluntários, agenda e escalas, ensino, eventos e inscrições, cuidado pastoral, tesouraria e comunicação. Na entidade social (assistência social, ONG, OSCIP): cadastro de associados e de pessoas atendidas e suas famílias, núcleos de atendimento, equipes e voluntários, atividades, acompanhamento social, atendimento infantil, tesouraria e comunicação.

O uso do sistema também é regido pelos Termos de Uso do ELOS System, publicados em /termos.

1. Quem trata os seus dados

Controladora: a organização (igreja, convenção ou entidade) em que você está cadastrado. É ela quem decide como e por que os dados são tratados. Cada organização é controladora apenas dos dados das pessoas cadastradas nela: nenhuma vê os dados das outras.

Operadora: ZASTrader Pro Consultoria, Cursos, Treinamentos e Softwares Ltda, inscrita no CNPJ sob o n. 52.323.983/0001-09, responsável pelo desenvolvimento e pela manutenção técnica do ELOS System, que trata os dados apenas conforme as instruções da organização.

Canal de atendimento ao titular e encarregado: suporte@zastrader.in.

2. Quais dados tratamos

  • Cadastro da pessoa: nome, apelido, data de nascimento, sexo, estado civil, e-mail, telefones e WhatsApp, endereço, filiação, naturalidade, escolaridade e profissão, família e cônjuge, fotografia, código de membro e observações da secretaria.
  • Vida na organização: na igreja e na convenção, histórico eclesiástico (batismo, recepção, transferências, desligamento), cargos e consagrações, credenciais, dons e áreas de interesse, departamentos, classe de ensino bíblico e frequência; na entidade social, cargos, habilidades e áreas de interesse, equipes, atividades e frequência.
  • Documentos: CPF, RG e outros documentos, guardados cifrados; documentos anexados (certidões, comprovantes), com o registro de quem os abriu.
  • Voluntariado: ficha do voluntário (situação, dias em que pode servir, datas bloqueadas, funções, especialidades, cargo que ocupa, observações), termo de adesão (data e versão), consentimento (data e versão), autorização de uso da imagem, escalas, respostas, pedidos de substituição (com o motivo e a pessoa sugerida), presença, uniforme da equipe e pontuação de participação.
  • Chegada ao serviço (check-in): quando você toca em "Cheguei", o aparelho informa a localização uma única vez, só para medir a distância até o local do compromisso. Guardamos apenas a distância (em metros) e a precisão da leitura; as coordenadas do aparelho não são gravadas.
  • Saúde do voluntário: se tem enfermidade e se toma medicação controlada (e qual), cuidados em caso de emergência e tipo sanguíneo, guardados cifrados.
  • Crianças: no ministério infantil, os dados da criança, dos responsáveis autorizados a retirá-la e os cuidados (como alergias), guardados cifrados quando sensíveis.
  • Cuidado pastoral: registros de visitas, acompanhamentos, disciplina e pedidos de oração, guardados cifrados e vistos só por quem tem essa atribuição.
  • Acompanhamento social (entidades sociais): registros de atendimentos, visitas e encaminhamentos, e as informações sobre a situação familiar, social e de saúde que a pessoa atendida ou o responsável fornecerem para o atendimento, inclusive, nos serviços de acolhimento, as informações sobre envelhecimento, deficiência, saúde mental e uso de álcool e outras drogas necessárias ao cuidado; guardados cifrados quando sensíveis e vistos só por quem tem essa atribuição.
  • Confissão religiosa de associados e dirigentes: quando o estatuto de uma organização de confissão religiosa exigir, a declaração de membresia, a carta de recomendação ou o documento equivalente apresentado na admissão do associado ou na candidatura a cargo.
  • Eventos e inscrições: nome, e-mail, WhatsApp, CPF (cifrado), congregação, caravana, pagamentos e o comprovante de inscrição com código QR.
  • Tesouraria: contribuições, ofertas, doações (inclusive as destinadas a campanhas) e anuidades ligadas à pessoa; prebendas e jubilações de ministros; repasses entre as unidades da organização; recibos.
  • Comunicação: comunicados, mensagens nas conversas dos departamentos, o canal da igreja (mensagens da liderança) e avisos no celular (a assinatura do aparelho, criada pelo navegador quando você liga os avisos).
  • Conta e segurança: e-mail de acesso, perfis e permissões, registro das alterações feitas no sistema (quem, o quê e quando) e um resumo irreversível do endereço de internet das tentativas de entrada, usado só para conter abusos (o endereço em si não é guardado).
  • Entrada pela digital ou pelo rosto: se você ligar a biometria, o seu aparelho cria uma chave de acesso e o sistema guarda apenas a parte pública dessa chave, o nome do aparelho (por exemplo, "Android · Chrome") e as datas de criação e de último uso. A digital e a imagem do rosto ficam no próprio aparelho e nunca são enviadas ao sistema.

O que não tratamos: não recebemos nem guardamos a sua digital ou a imagem do seu rosto, não guardamos dados de cartão de pagamento (eles vão direto do seu aparelho para o Asaas, a empresa que processa o pagamento), não acompanhamos a sua localização (ela só é lida quando você toca em "Cheguei" e o seu aparelho autoriza, e dela fica guardada apenas a distância até o local) e não usamos cookies de publicidade nem rastreamento de terceiros.

2.1. Dado pessoal sensível

Nas organizações religiosas, o simples cadastro pode revelar convicção religiosa, que a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei n. 13.709/2018 — LGPD) considera dado pessoal sensível (art. 5º, II). Nas entidades sociais, os registros de acompanhamento podem revelar informações de saúde e situações de vulnerabilidade. As informações de saúde, os registros de cuidado pastoral e de acompanhamento social e os pedidos de oração também são sensíveis.

Esses dados são tratados com base no consentimento específico e destacado (art. 11, I) colhido no cadastro e, quando for o caso, no exercício regular de direitos e na proteção da vida ou da incolumidade física (art. 11, II, "d" e "e"). São guardados cifrados, com acesso restrito e registro de quem os abre.

Nos serviços de acolhimento das entidades sociais, as informações de saúde também podem ser tratadas para a tutela da saúde, em procedimento realizado por profissionais de saúde ou por serviços de saúde (art. 11, II, "f"). Na entidade social, a participação em atividades religiosas e os pedidos de oração são sempre opcionais, e a recusa não afeta o atendimento.

3. Para que usamos os dados e com qual base legal

FinalidadeDadosBase legal (LGPD)
Manter o cadastro dos membros, associados e atendidos e da estrutura da organizaçãoDados cadastrais e de vida na organizaçãoConsentimento (art. 11, I) e legítimo interesse da organização religiosa ou sem fins lucrativos (art. 7º, IX)
Prestar o acompanhamento social e registrar os atendimentos (entidades sociais)Cadastro, situação familiar, social e de saúde informada, registros de atendimentoConsentimento (art. 11, I), proteção da vida (art. 11, II, "e"), e tutela da saúde nos serviços de acolhimento (art. 11, II, "f")
Comprovar a confissão religiosa que o estatuto da organização exige de associados e dirigentesDeclaração de membresia, carta de recomendação ou documento equivalenteConsentimento (art. 11, I), dado ao apresentar o documento, e exercício regular de direitos (art. 11, II, "d")
Emitir carteirinha, credencial, crachá e documentosNome, foto, código, cargos, datasConsentimento (art. 11, I)
Organizar voluntários, escalas e presença, inclusive por rodízio automáticoFicha do voluntário, disponibilidade, ausências, históricoConsentimento (art. 11, I) e termo de adesão (art. 7º, V, e Lei n. 9.608/1998)
Confirmar a chegada do voluntário ao local do serviçoDistância até o local e precisão da leitura (as coordenadas não são guardadas)Consentimento (art. 7º, I), dado no próprio aparelho a cada leitura, e legítimo interesse (art. 7º, IX)
Cuidar da segurança do voluntário numa emergênciaSaúde do voluntárioConsentimento específico (art. 11, I) e proteção da vida (art. 11, II, "e")
Receber inscrições e pagamentos de eventosDados da inscrição, CPF e pagamentoExecução de contrato (art. 7º, V) e consentimento (art. 11, I)
Controlar a tesouraria e emitir recibosContribuições, prebendas, anuidadesCumprimento de obrigação legal (art. 7º, II) e exercício regular de direitos (art. 7º, VI)
Comunicar escalas, avisos e comunicadosE-mail, assinatura do aparelho, escalasConsentimento (art. 7º, I), revogável a qualquer momento
Garantir a segurança do sistema e registrar alteraçõesRegistro de alterações e resumo das tentativas de entradaLegítimo interesse (art. 7º, IX) e prevenção à fraude (art. 11, II, "g")
Permitir a entrada pela digital ou pelo rosto, quando você liga a biometriaParte pública da chave de acesso e nome do aparelho (a biometria fica no aparelho)Consentimento (art. 7º, I), revogável a qualquer momento desligando a biometria em "Senha e biometria"

Os dados não são vendidos, não são usados para publicidade e não são usados para finalidades estranhas à organização.

4. Quem vê os seus dados dentro da organização

  • Você vê os seus próprios dados, as suas escalas e os seus comprovantes, e pode pedir a atualização do cadastro.
  • A secretaria e a administração veem os cadastros das unidades sob a responsabilidade delas, conforme os perfis definidos pela organização.
  • A saúde do voluntário é vista apenas por você, pela administração e coordenação que cuidam dos voluntários e pelos líderes das equipes de que você participa; cada abertura fica registrada.
  • Documentos, cuidado pastoral, acompanhamento social, disciplina e pedidos de oração são vistos só por quem tem essa atribuição, e cada abertura fica registrada. Quem acessa dados de pessoas atendidas tem o dever de guardar sigilo sobre eles.
  • O código QR do crachá e dos documentos abre uma página de conferência que mostra apenas o essencial (nome, organização, equipe ou documento e a validade).
  • A plataforma (ZASTrader) só abre dados de uma organização em modo de suporte, informando o motivo, por tempo limitado, com registro e aviso à organização.

5. Com quem compartilhamos

  • Supabase — banco de dados, autenticação (inclusive as chaves de acesso da entrada pela biometria) e armazenamento de arquivos;
  • Vercel — hospedagem do site;
  • Hostinger — envio dos e-mails do sistema;
  • Asaas — cobrança das inscrições pagas (recebe nome, e-mail, CPF e, no pagamento por cartão, os dados do cartão diretamente);
  • Cloudflare — verificação anti-robô nos formulários abertos;
  • Google — mapa dos endereços (o endereço é enviado ao Google quando o mapa é aberto) e entrega de avisos no celular; Apple, Mozilla e Microsoft, na entrega de avisos aos aparelhos deles;
  • ViaCEP e BrasilAPI — busca do endereço pelo CEP (só o CEP é enviado);
  • WhatsApp (Meta) — quando a liderança toca no botão do WhatsApp da escala, o aparelho dela abre a conversa com o número e a mensagem da escala; o sistema não envia dados ao WhatsApp;
  • OpenStreetMap (Nominatim) — ponto aproximado do endereço das igrejas e dos compromissos, para conferir a chegada dos voluntários (só o endereço do local é enviado, nunca dado de pessoa);
  • ZASTrader Pro Consultoria, Cursos, Treinamentos e Softwares Ltda — desenvolvimento, suporte e manutenção.

Também poderemos compartilhar dados quando exigido por lei, por ordem judicial ou por requisição de autoridade competente.

A entidade social, como controladora, também pode compartilhar dados com a rede socioassistencial, de saúde e de justiça, nos encaminhamentos que fizer no atendimento, e com os órgãos públicos e conselhos de direitos, na prestação de contas das parcerias (Lei n. 13.019/2014) e no cumprimento de suas obrigações legais. A publicação do relatório de atividades e das demonstrações financeiras não contém dados pessoais dos atendidos.

6. Transferência internacional

Alguns desses prestadores podem processar dados fora do Brasil. Nesses casos, a transferência observa o art. 33 da LGPD e a regulamentação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

7. Como protegemos os dados

  • Comunicação sempre criptografada (HTTPS);
  • Documentos, saúde, cuidado pastoral e outros dados sensíveis cifrados antes de chegar ao banco;
  • Controle de acesso por perfil aplicado diretamente no banco de dados, e não apenas nas telas;
  • Isolamento completo entre os dados de organizações diferentes;
  • Registro de alterações e de aberturas de dados sensíveis, com autor e data;
  • Senhas guardadas de forma irreversível pelo serviço de autenticação.

Nenhum sistema é totalmente imune a incidentes. Se ocorrer incidente que possa acarretar risco ou dano relevante, comunicaremos os titulares afetados e a ANPD, nos termos do art. 48 da LGPD.

8. Por quanto tempo guardamos

O cadastro é guardado enquanto durar o vínculo com a organização ou enquanto for necessário às finalidades acima. O cadastro de voluntário recusado tem os dados sensíveis apagados na hora da recusa. Registros de tesouraria seguem os prazos da legislação contábil e fiscal; o registro de alterações é guardado para segurança e defesa de direitos. Encerrados os prazos, os dados são eliminados ou anonimizados (arts. 15 e 16 da LGPD).

9. Seus direitos

  • confirmar se tratamos os seus dados e acessá-los;
  • corrigir dados incompletos, inexatos ou desatualizados;
  • pedir a anonimização, o bloqueio ou a eliminação de dados desnecessários, excessivos ou tratados em desconformidade com a lei;
  • pedir a portabilidade dos seus dados;
  • pedir a eliminação dos dados tratados com base no consentimento e revogar o consentimento;
  • saber com quem compartilhamos os seus dados e sobre a possibilidade de não consentir e as consequências disso.

Decisões automatizadas: o rodízio automático pode montar escalas com base em equipe, disponibilidade e histórico de participação. Você pode pedir a revisão de uma escala montada assim, e ela será analisada por uma pessoa (art. 20 da LGPD).

Como exercer: fale com a secretaria da sua organização ou escreva para suporte@zastrader.in. Responderemos em até 15 (quinze) dias. Você também pode reclamar à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

10. Crianças, adolescentes, pessoas idosas e pessoas com deficiência

Dados de crianças e adolescentes, inclusive os atendidos pelas entidades sociais, são tratados no seu melhor interesse, com o consentimento de um dos pais ou do responsável legal, nos termos do art. 14 da LGPD e do Estatuto da Criança e do Adolescente.

Dados de pessoas idosas e de pessoas com deficiência são tratados com respeito à sua autonomia e às suas vontades e, quando houver curatela ou tomada de decisão apoiada, com a participação do curador ou dos apoiadores, nos termos do Estatuto da Pessoa Idosa (Lei n. 10.741/2003) e da Lei Brasileira de Inclusão (Lei n. 13.146/2015).

11. Cookies

O site usa apenas cookies e armazenamento local estritamente necessários para manter você conectado, lembrar a organização em uso e garantir a segurança da sessão. Não usamos cookies de publicidade nem de análise de terceiros.

12. Alterações desta Política

Esta Política pode ser atualizada. A versão em vigor e a data ficam no topo desta página. Se a mudança alterar a finalidade do tratamento de dados sensíveis, pediremos novo consentimento.

Veja também os Termos de Uso.

ZASTrader Pro Consultoria, Cursos, Treinamentos e Softwares Ltda

Termos de Uso · Política de Privacidade